Fim de semana com distro nova!

Muita gente sabe que eu sempre fui usuário, colaborador e fã da distro Conectiva. Fiquei muito desconfiado quando do anúncio da sua aquisição pela Mandrake, uma distro que nunca ficou na minha lista de preferidas, porém como usuário fiel entrei de cabeça no Mandriva.

Instalei todas as versões, fui usuário da versão cooker por 6 meses, assinei o Mandriva Clube, migrei para a versão 2006.0 do clube e investi todos os meus créditos na distro. Mas infelizmente não deu pra segurar, a distro é muito complicada, o seu desenvolvimento é uma zona, os bugs se repetem e algumas aplicações fundamentais simplesmente não são atualizadas ou devidamente correigidas (como o smart por exemplo).

No momento atual eu preciso de uma distro que seja ótima no desktop, que seja confiável, que tenham um bom número de aplicações, e o mais importante, que elas funcionem sem problemas ou dependências quebradas ou não linkadas.

Olhando por este aspecto iniciei alguns testes, selecionando as distros: ubuntu (saudades de um bom debian), Fedora e Novell SuSe Linux.
Antes de mais nada quero deixar claro que prefiro o KDE, apesar de gostar muito de algumas aplicações do Gnome, principalmente o leitor de email Evolution.

O primeiro teste foi com o ubuntu ( e o kubuntu), por ser debian é claro. Posso dizer que gostei muito do que vi, da perfomance e do acabamento da distro, principalmente do ubuntu, pois o kubuntu ainda não está bem acabado. O ubuntu é ótimo, mas ainda não está no estado de funcionalidade de que quero.
Sem discussões inflamadas e frases como “o que não tem você coloca, pega e faz, afinal é software livre” e coisas assim, pois isso eu já estou cansado de ouvir.

Bom vamos para o segundo teste, o Fedora Core 4. Sei que acabam de lançar o 5, mas era o que eu tinha na época do teste. Ótima distro, mas peca em alguns aspector importantes, como a integração e fuincionalidades das aplicações desktop.

Bom me restou o Open SuSe 10.0, que vai estra rodando no meu notebook neste final de semana. nstalei hoje, e dos 5 cds ele simplesmente descompactou e instalou 5.8 Gbytes no meu disco.

Aguardem, na segunda-feira relato aqui o que mais me agradou e o que desagradou na distro.
Vamos a Luta!

PROGRAMADORES E O DRAGÃO !!!

Vou colar aqui um texto recebido na lista do Grupo de Usuários Linux do MS (GULMS), que é muito rico e extremamente inútil.

Rir ainda é o melhor remédio…. (E de grátis)

*Java* – Chega, encontra o dragão, desenvolve um framework para
aniquilamento de dragões em múltiplas camadas, escreve vários artigos sobre
o framework mas não mata o dragão.

*.NET* – Chega, olha a idéia do Javanes e a copia, tenta matar o dragão, mas
é comido pelo réptil.

*C *- Chega, olha para o dragão com olhar de desprezo, puxa seu canivete,
degola o dragão, encontra a princesa, mas a ignora para ver os últimos
checkins no cvs do kernel do linux.

*C++* – Cria um canivete básico e vai juntando funcionalidades até ter uma
espada complexa que apenas ele consegue entender … mata o dragão mas trava
no meio da ponte por causa dos memory leaks.

*COBOL* – Chega, olha o dragão, pensa que tá velho demais para conseguir
matar um bicho daquele tamanho e pegar a princesa e, então, vai embora.

*Pascal* – Se prepara durante 10 anos para criar um sistema de aniquilamento
de dragão … chegando lá descobre que o programa só aceita lagartixas como
entrada.

*VB* – Monta uma arma de destruição de dragões a partir de vários
componentes, parte pro pau pra cima do dragão e, na hora H, descobre que a
espada só funciona durante noites chuvosas…

*PL/SQL* – Coleta dados de outros matadores de dragão, cria tabelas com N
relacionamentos complexidade ternaria, dados em 3 dimensões, OLAP, demora 15
anos para processar a informação. Enquanto isso a princesa virou lésbica.

*Ruby* – Chega com uma p*t* fama, falando que é o melhor faz tudo, quando
vai enfrentar o dragão mostra um videozinho dele matando um dragão … o
dragão come ele de tédio.

*Smalltalk *- Chega, analisa o dragão e a princesa, vira as costas e vai
embora, pois eles são muito inferiores.

*shell* – Cria uma arma poderosa para matar os dragões, mas, na hora H, não
se lembra como usá-la

*shell(2)* – O cara chega no dragão com um script de 2 linhas que mata,
corta, stripa, empala, pica em pedacinhos e impalha o bicho, mas na hora q
ele roda o
script aumenta, engorda, enfurece, e coloca alcool no fogo do dragão.

*ASSEMBLY *- Acha que tá fazendo o mais certo e enxuto, porém troca um A por
D, mata a princesa e transa com o dragão.

*Fortran* – Chega desenvolve uma solução com 45000 linhas de código, mata o
dragão vai ao encontro da princesa … mas esta o chama de tiuzinho e sai
correndo atras do programador java que era elegante e ficou rico.

*FOX PRO* – Desenvolve um sistema para matar o dragão, por fora é bunitinho
e funciona, mas por dentro está tudo remendado, quando ele vai executar o
aniquilador de dragões lembra que esqueceu de indexar os DBF.

*ANALISTA DE PROCESSOS* – Chega ao dragão com duas toneladas de documentação
desenvolvida sobre o processo de se matar um dragão genérico, desenvolve um
fluxograma super complexo para libertar a princesa e se casar com ela,
convence o dragão que aquilo vai ser bom pra ele, e que não será doloroso.
Ao executar o processo ele estima o esforço e o tamanho do estrago que isso
vai causar, a assinatura do papa, do buda e do Raul Seixas para o plano, e
então compra 2 bombas nucleares, 45 canhões, 1 porta aviões, contrata 300
homens armados até os dentes, quando na verdade necessitaria apenas da
espada que estava na sua mão o tempo todo.

*CLIPPER*: Monta uma rotina que carrega um array de codeblocks para insultar
o dragão, cantar a princesa, carregar a espada para memória, moer o dragão,
limpar a sujeira, lascar leite condensado com morangos na princesa gostosa,
transar com a princesa, tomar banho, ligar o carro, colocar gasolina e
voltar pra casa. Na hora de rodar recebe um “Bound Error: Array Access” e o
dragão come ele com farinha.

That’s all Folks!

Barbaridade!!!

Bom, depois de muito tempo estou de volta a sala de aula, nada mais natural que ficar um pouco nervoso na primeira prova, mas tinha de ser logo estatística? Foi uma bomba nuclear explodindo na minha cara, uma porrada de derrubar o Mike Tyson só com o dedo mindinho.

Mas não vai ser isso que vai me derrubar, quem sabe mais umas duas dessas. :)

Comprovado: A incompetência é parceira da ignorância

Não sei nem por onde começar, tamanha minha indignação com a falta de praparo, incompetência, ignorância, prepotência e imbecilidade que presenciei hoje, justamente em um lugar que deveria ser um ” centro” de convivência, inteligência e democracia. Uma academia.

Pasmo, foi como fiquei quando um indivíduo obtuso e completamente despreparado, no alto de seu poder de professor de faculdade particular, achando-se um Deus entre mortais, extravasou toda sua frustração de vida (sexual talvez) para demonstrar que era o soberano, tripudiando sobre as pessoas. Definiu em 2 frases a sua posição sobre o uso de computadores portáteis na sua aula:
pérola animalesca número 1: “Na minha aula não, porque eu não gosto”
pérola animalesca número 2: “vocês podem argumentar, mas antecipadamente eu digo que a resposta será não”

Que bela postura de um educador em uma academia, heim? Ele deve ter tido um enorme prazer maquele momento (talvez até sexual, vai saber) .
O importante não foi simplesmente a situação dos notebooks, apesar de ser no mínimo ridículo proibir o uso de notebook em uma sala de academia, ainda mais em um curso de tecnologia web, o contrasenso é a postura do meliante perante a situação apresentada, fato que me levou de volta a quinta-série do primeiro grau, quando os alunos eram tratado com rispidez e autoritarismo (isso a 20 anos atrás), até então era padrão da época, pois ainda estávamos na ditadura.
A falta de diálogo, a imposição e a truculência são as armas dos ineptos para se sobrepor aos outros, principalmente quando eles detém um “poder” imaginário.

Até onde eu sei ainda não virei sádico nem masoquista, para pagar para ser humilhado e desrespeitado.

Fui reclamar na coordenação, e descobri que de nada serve. Ao contrário de “tentar” entender e dialogar a coordenação já esperava com um discurso pronto, completamente abominável e despreparado, onde não se observou em nenhum momento que o que estávamos peliteando era apenas o uso de um “caderno digital”. Ao contrário, o pensamento era de que queríamos montar um cyber café, uma Lan house ou até mesmo usar as “confortáveis” dependências da sala como área de trabalho. Convenhamos, um absurdo completo, uma falta de visão gigantesca e um descaso com o “cliente”. Aliás o caso daria um livro destes de marketing para as empresas de auto-ajuda. Urghhh, credo. blergh!

Ainda tem gente na sala que acha ruim. Principalmente porque não entende que acima de tudo estamos lutando pelos nossos direitos (de todos), que são sobrepujados e desrespeitados.
Não estava escrito em lugar algum do contrato que assinei com a instituição, ou mesmo no site, que haveriam proibições, que docentes do curso de tecnologia abominam computadores pessoais e por isso os proibem veementemente. Não dizia que eu deveria abrir mão das minhas opiniões e do meu direito em prol de um cidadão ao qual foi dado o poder de definir se eu escrevo minhas anotações de aula em um computador, no papel ou em uma pedra, e se por acaso eu futuramente descobrisse isso e estivesse contrariado que procurasse outro lugar.

Desculpem se este post ficou grande, mas realmente eu tinha que colocar aqui ainda hoje, senão não dormiria direito. Sei que de nada adianta, mas ao menos alguém algum dia pode ler isso e evitar entrar numa fria.

Para finalizar gostaria de dizer novamente que a questão não é só do uso dos equipamentos, mas é de respeito, de dignidade, de tolerância e de visão.
Os incomodados que se mudem né? Pois é, estou pensando…

Afinal Skype é voIP(voz sobre IP)?

Muito tem se falado sobre uso de soluções de voz sobre IP, e sempre se menciona o uso do Skype, que se tornou um ícono do voIP. Porém no plano empresarial, onde se exige qualidade e disponibilidade as coisas podem se complicar. Vou então colocar aqui algumas informações para que se possa diferenciar alhos de bugalhos.

O Skype permite que dois usuários conectados à internet conversem de graça, de qualquer distância, com som de boa qualidade, ainda que geralmente inferior à da telefonia convencional. Esses softwares também permitem que se façam chamadas de um computador para um telefone comum. Como esse tipo de ligação precisa passar pela rede telefônica normal, o serviço é pago. Mas os preços tendem a ser inferiores aos de uma ligação em DDD ou DDI.

O Skype é uma espécie de mensageiro instantâneo, como o ICQ e o Menssager, mas com uma diferença fundamental: em vez de teclar para se comunicar com o amigo ou o companheiro de trabalho, você fala com um e outro – ou com ambos ao tempo, se preferir – como se estivesse utilizando um telefone. É só descobrir quem está online, clicar e falar à vontade. Porém o Skype engasga quando a velocidade do modem é baixa.

O que fazer no meio empresarial?
Buscando sempre fornecer qualidade , disponibilidade e ainda mantendo a redução de custos surgiu um um software híbrido de Código Aberto. É uma plataforma de pacotes de voz PBX, um sistema COMPLETO de voz (sobre IP), instalado em servidores dedicados e podendo ser integrado a hardware específico. O software chama-se Asterisk.

O Asterisk possui uma funcionalidade que permite a criação de salas de conferência(com número ilimitado de participantes), que podem ser acessadas por telefones analógicos ou telefones IP, mediante autenticação ou não.

O Asterisk é considerado a peça fundamental para a universalização do tema “Voz sobre IP”. Um sistema completo de telefonia sobre IP que disponibiliza recursos de voz com alto teor tecnológico, desde salas de conferência, sistemas de fax, chamadas em espera, music on hold até sistema de voicemail e predictive dialer.

No mundo VoIP existe a possibilidade de usarmos o computador como terminal telefônico. Através dos chamados “softphones” e recursos de multimídia(microfone e alto falante) podemos utilizar o computador para conversar pela rede.

Além dos recursos básicos de um sistema de voz (voicemail, chamada em espera, parking, transferências, etc.) o Asterisk disponibiliza funcionalidades avançadas para o provimento de serviços de voz. Tais como:
- contexto baseado em condições (rota de menor custo, baseado em data/hora)
- gerenciamento por linha de comando(CLI),
- gerenciamento através da Web,
- Interface com a telefonia tradicional,
- sistema de tarifação,
- URA (Unidade de Resposta Audível),
- queue (gerenciamento de filas – Call Center),
- videoconferência, DUNDI/ENUM,
- predictive dialer,
- interligação com outros Asterisk e outras redes VoIP

Agora pare e analise as duas ferramentas e tire suas próprias conclusões, depois pergunte a você mesmo qual das duas soluções você ofereceria a um cliente que tem matriz e várias filiais, que precisa de comunicação de qualidade, com eficiência, disponibilidade, gerenciável e que possa auxiliar na redução de custos operacionais.

Temos que pensar sempre que existe soluções para todas as necessidades, situações, temanhos e principalmente bolsos. :-)